Itens para a bacalhoada ficam mais caros nesta Páscoa, aponta FecomercioSP


 
Segundo levantamento, preços dos chocolates, no entanto, têm queda de 10,62% no acumulado dos últimos 12 meses
 
 
São Paulo, 19 de março de 2018 – Os itens utilizados para o preparo de um dos mais tradicionais pratos da Páscoa, a bacalhoada, estão mais caros neste ano, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base nos dados de fevereiro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
 
No acumulado dos últimos 12 meses, o tomate e a cebola foram os produtos que tiveram maior reajuste, de 48,26% e 27,18%, respectivamente. Outros itens como a batata-inglesa (18,20%), o brócolis (1,48%) e os pescados (2,52%) também registraram elevação nos preços.
 
Por outro lado, os preços médios do chocolate em barra e do bombom caíram 10,62% em relação ao ano passado.
 
 
 
Mercado de trabalho
Para atender à demanda da Páscoa, a FecomercioSP estima que até 2 mil vagas formais de emprego temporário sejam criadas no Estado de São Paulo. Tais admissões devem se concentrar até a primeira quinzena de março. A expectativa é que os hipermercados concentrem dois terços dessas contratações. A Entidade ressalta que essa é a primeira data comemorativa do ano para o comércio varejista, exigindo planejamento mais detalhado por parte do empresário.
 
A Federação reforça que, em 2017, foram gerados 1,6 mil postos celetistas, e, em 2016, a contratação de temporários quase não foi sentida em números, já que a tendência conjuntural era de retração no mercado de trabalho varejista. A projeção positiva para este ano se dá, segundo a FecomercioSP, pela continuidade do aumento da confiança dos empresários e pela própria expectativa de vendas mais positivas.
 
A assessoria econômica da Entidade ressalta ainda que, apesar do cenário mais otimista, resultado de uma melhor tendência do consumo das famílias, com inflação baixa, juros baixos e até mesmo melhoria gradual do mercado de trabalho, a estimativa deste ano é significativamente inferior aos números de 2014 e 2015, quando a contratação de temporários beirou 3 mil vagas no varejo paulista.
 
por Carla Tavares-mtb.7244/SP

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