MEDO por: Frederico Leal – Master Coach




Na linha do crescimento pessoal, intelectual ou profissional do ser humano passamos por uma sequência de quatro áreas bem definidas:


• Zona de Conforto;
• Zona de Medo;
• Zona de Aprendizagem;
• Área de Superação.
A primeira é a que mais se comenta e se ouve falar, por estar muito na linha de frente de pontos explorados por profissionais, pela mídia, institutos e até mesmo religiões, e que faz parte das mudanças internas, mudanças de paradigmas, mudanças de crenças e do “status quo” das pessoas, que se não forem trabalhadas levam-nas a serem cada vez mais preguiçosas, descansadas, acomodadas e em um último estágio, mais indolentes, encontrando desculpas para tudo e para todos, que justifiquem não se movimentarem e lhes permitam permanecer dentro da sua *”Zona de Conforto”*não tendo que alterar sua rotina de vida em nada. 


Com isso elas não passam para a zona que lhes auxiliariam a alterar esse estagio de marasmo pessoal, profissional de vida.

A terceira é uma área também muito explorada, mas pouco aceita, pois as pessoas se dizem interessadas em aprender, mas tendem a permanecerem em sua zona de conforto, não se dispondo a sair, pois para elas, dá muito trabalho, terão que investir capital e tempo.

Por outro lado elas não estão dispostas a vencerem esse bloqueio, pois pensam de uma forma onde tudo é mais importante que o aprimoramento de seu intelecto e personalidade, tudo é mais urgente, tudo é mais prazeroso e até utilizam como desculpa o famoso: “minha família vem em primeiro”, “não preciso disso”, “não é o momento”, “faço mês que vem”, “Não tenho dinheiro”, até que no final serão obrigados a se moverem por uma imposição absoluta: ou mudam ou serão mudados, ou ainda quando as coisas estiverem insustentáveis a tal ponto muito complicadas e no pior dos casos, quando estiverem ultrapassados e forem demitidas.
Mas mesmo assim, a única coisa que elas não irão aceitar é o fato de que foram demitidas por não estarem dispostas a entrarem na *“Zona de Aprendizado”* mais rápido e mais cedo, preparando-se mais e melhor para um mundo em constante movimento.

Já a quarta área, é a da *“Zona de Superação”*, neste ponto as pessoas começam a entender melhor o seu real papel dentro do processo “produtivo da vida” seja pessoal, profissional ou empresarial e aceita de bom grado as responsabilidades e os compromissos necessários pela sua própria formação e atingimento de metas e objetivos estabelecidos.

Já não culpam ninguém, não transferem suas responsabilidades ou seus erros, para outros, assumindo-os e entendendo-se como parte do processo aprendendo com ele, ao invés de ficarem reclamando que as coisas não acontecem, como aquelas pessoas que não estão dispostas a crescerem e continuam na “área-1”, dos acomodados, pois o que estas entendem muito bem, é que as coisas nunca acontecem, são elas que fazer as coisas acontecerem pela sua “Visão Sistêmica” e disposição de *Buscar e aceitarem maiores Desafios* e com isso atingirem patamares mais elevados nas áreas por onde se desenvolvem, que aquelas que ficaram em sua “zona de conforto” não quiseram e arrumaram milhares de desculpas para não fazerem.

Agora voltemos aquela que eu propositadamente deixei por último, a segunda área na linha do desenvolvimento humano, trata-se a única que ninguém irá “confessar” que está nela, pois chega a ser humilhante, trata-se da *”Zona do Medo”*, pois é uma área não confortável de se dizer que está, que é a de ter que confessar que está com medo, e nesse ponto o medo pode assumir uma série de versões:
1- Medo de assumir uma nova posição na empresa;
2- Medo de mudar de emprego;
3- Medo de arriscar a abrir um negócio próprio;
4- Medo de abrir um negócio novo depois de ter falido o anterior;
5- Medo de não dar certo na profissão;
6- Medo de ser ridicularizado por haver fracassado;
7- Medo de mandar;
8- Medo do chefe;
9- Medo de tomar decisões;
10- Medo de não ser aceito.

Só para ficar nesses, pois temos ainda uma série de medos que podem ser computados em nosso inconsciente, e que com certeza já trouxeram muitos desgostos e desilusões por não terem tentado, quando foram postos a prova.

Precisamos entender que o medo é natural e necessário para nossa sobrevivência, mas que o medo paralisante é tão prejudicial quanto o não ter medo e sair fazendo as coisas de uma forma temerária, ambos irão gerar problemas futuramente.

Neurocientíficamente falando, o ser humano só se movimenta por dois motivos, para sentir prazer, que é secundário, e o primário, que é vital *”Para evitar a dor”* e por isso “o medo” ser tão importante.

Ao acontecer qualquer um dos itens mencionados acima, nosso cérebro irá sentir uma dor enorme, e tenderá se proteger a qualquer custo, fazendo uma série de contraposições cognitivas para evitá-los a qualquer custo.

Uma curiosidade é que a última *Medo de não ser aceito*, só não é maior que o *Medo da morte*, e por isso o ser humano fará tudo para ser aceito, e até mesmo não se indispor ou arriscar em uma nova empreitada, a ser cunhado de algo e excluído de seu grupo social de convívio seja familiar, profissional ou outro que o seja.

Dessa forma o medo exerce um papel crucial na forma de pensar e, portanto nos comportamentos das pessoas, levando-as de uma forma, na maioria das vezes, inconsciente, a se protegerem contra essa dor, e com isso impondo um tipo de “medo” caso venha a decidir iniciar, desenvolver, mudar ou aceitar um novo desafio, pois as incertezas dos resultados futuros irão trazer desde uma ansiedade até pânico caso resolvamos ir contra esse “Status Quo” onde ela vive.

Dessa forma precisamos estar sempre atendo aos reais motivos pelos quais não estamos dispostos a iniciar uma nova empreitada, analisar firmemente o que está por trás das respostas e prazeres momentâneos que estamos querendo arrumar como desculpas, para que não venhamos a deixar o medo nos dominar e nos paralisar.

Entendamos que o medo é a somatória entre a nossa capacidade de resolver situações e o tamanho que consideramos dessas situações, e o que acontece na grande maioria das vezes, é que nós subestimamos nossa capacidade de resolver um determinado problema e superestimamos o tamanho desse problema, o que gera uma diferença muito grande, e essa somatória, irá desde simples curiosidade, passando por uma ansiedade sadia, para uma ansiedade patológica e a muitas vezes ao pânico.

Portanto se queremos ter controle sobre nossos medos, faz-se fundamental, um *Autoconhecimento* profundo de nós mesmos, aprender ao máximo o que realmente nos dá medo, o porquê desse medo, o que gera esse medo, e em outra etapa, desafiar esse medo e ultrapassar esse medo. Iremos conseguir isso melhorando nossas competências e nos preparando cada vez mais e melhor em nosso dia a dia, para essas forças contrárias que irão se nos apresentar e entendendo que o momento de ficar parado, não é agora, mas sim quando tivermos atendidos todos os nossos projetos de vida.

Um Coach poderá lhe auxiliar a descobrir esses medos, e caso não seja um medo disfuncional, poderá lhe auxiliar a atingir resultados surpreendentes e maravilhosos.

Caso tenha se interessado em obter mais informações entre em contato comigo:

Frederico Leal
Master Coach
Cel: 12 9 9735 2663
e-mail: frederico.leal@ehvus.com.br

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